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A busca por eficiência e o aumento na produtividade fazem parte da atividade portuária. Num ambiente competitivo, o tempo das operações é fundamental. De olho no mercado, o Porto de Vitória quer consolidar sua liderança proporcionando operações seguras e com agilidade, e, para isso, adotou medidas que trazem ganhos de tempo e produtividade. A Resolução 27, de 25.05.2020, atualizou as normas e procedimentos de atracação, operação e desatracação de navios e possibilita, dentre outras mudanças, novas pranchas operacionais associadas à implantação do Controle de Operações (COP) eletrônico e do Painel de Monitoramento de Operações.

A prancha operacional, na linguagem portuária, é o indicador que mede a movimentação, por tonelada, num período (tempo) de 6 horas. No Porto de Vitória, se antes um navio com 30.000 t. de granel sólido tinha seis dias para operar com prancha de 5.000 t./dia, agora, tem um dia a menos (24h) para movimentar a mesma quantidade de carga. O período de atracação do navio reduz e gera maior rotatividade nos berços, reduzindo o tempo de espera na área de fundeio.

“Essa norma é um novo paradigma de controle e produtividade nas operações portuárias da CODESA. As pranchas que antes eram definidas por berço, agora são fechadas por tipo de carga. Antes, havia prancha apenas para granel sólido e granel líquido, agora, há para todos os tipos de mercadoria. E mais: diversas pranchas foram ampliadas em 1.000 t. ou mais. Isso tudo exige maior eficiência nas operações, com aumento de produtividade”, explica o coordenador de Gestão e Programação Portuária (COGPRO), Jefferson Bayer.

Velocidade

As novas ferramentas, como o COP eletrônico e o Painel de Monitoramento de Operações, possibilitam que as informações sobre a movimentação de cargas sejam disponibilizadas a cada turno de 6 horas do OGMO. O formulário do COP é preenchido durante a operação pelo próprio operador portuário. Os dados entram para o sistema CODESA online no turno subsequente ao finalizado e a validação é realizada pelos fiéis depositários, com base na documentação do navio e do controle do sindicato dos conferentes.

“Com isso, a velocidade de processamento foi ampliada, bem como o lançamento de informações para faturamento. Tanto o COP como o Painel favorecem a gestão das operações, possibilitando que a COGPRO se antecipe, com base nas informações disponíveis, a problemas de produtividade que possam inviabilizar o cumprimento do tempo concedido para operação de cada navio. Neste caso, o operador é notificado com antecedência para que apresente um plano de operação complementar, respeitando o tempo concedido definido no momento da atracação”, conclui Bayer.

O não cumprimento das pranchas mínimas estabelecidas pode resultar na desatracação do navio.

 

Coordenação de Comunicação da CODESA

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